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Por um Plano Nacional de Transportes Públicos
Em tempo de greves dos maquinistas da CP, cujos transtornos lamentamos e que em nada ajudam ao momento que o país atravessa, nem contribuem para o reforço desejável do papel social dos transportes públicos, o MEP recupera a defesa feita no seu programa de um Plano Nacional de Transportes Públicos, que promova a maior utilização de transportes públicos e que desincentive a utilização do transporte individual, especialmente dentro das principais cidades:
- Reestruturação da rede de transportes com o objectivo de aproximar o tempo de viagem em transporte público dos tempos de viagem em transporte individual;
- Melhoria da rede de transportes públicos: aumento de corredores BUS, criação de estações intermodais, comodidade, pontualidade, segurança entre outras;
- Construção de novos parques de estacionamento nas periferias da cidade com preços razoáveis e em condições de segurança;
- Fixação de taxas/preços mais elevados do estacionamento no interior dos principais centros urbanos;
- Garantia da articulação entre os diversos operadores de transportes públicos nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto;
- Transferência da responsabilidade da rede de transportes local para as autarquias locais e/ou áreas metropolitanas e comunidades urbanas.
Seminário “O MEP e o Ano Europeu de Luta contra a Pobreza: um olhar de esperança”

Sabendo que os tempos que vivemos serão particularmente agrestes para os mais pobres e excluídos, o MEP organizou no dia 29 de Maio, em Lisboa, um seminário de reflexão sobre pistas de esperança para o combate à pobreza e à exclusão social, em várias dimensões: educação, apoio social, emprego, habitação, papel da sociedade civil.
Defesa de um programa de austeridade nacional
Portugal vive hoje uma época indiscutivelmente difícil. Na última década, tanto Estado como Particulares - incluindo empresas mas também um grande conjunto de famílias - viveram acima das suas possibilidades reais.
A situação do Estado é sobejamente conhecida e discutida na arena pública. A história recente de deficits, da falta de controlo desses mesmos deficits e a crescente dívida pública são indicadores que não se compadecem com uma leitura de empolamento devido a “ataques especulativos”.
O quadro é também complexo no que toca às famílias. Muitas delas gastaram acima do que podiam, com um rendimento que expectavelmente não se iria alterar ao longo do tempo, e só não estão ainda em situação mais complicada dado o efeito positivo da crise que foi a baixa das taxas de juro. Paralelamente verifica-se a existência de outros agregados familiares em que a situação é mais subtil e pode ser mesmo insciente, nos quais o nível de rendimento está acima, ou mesmo muito acima, daquele que é o seu contributo produtivo para a economia.
Jantar Tertúlia MEP do MEP Minho
Tema: “Desafio Emprego XXI” com Augusto Lima, responsável pelo projecto com os mesmo nome, organizado em conjunto entre o CITEVE e a Microsoft,
Dia/Hora: 27 de Abril, 20h
Local: Restaurante Bar Cozinha da Sé, R. D. Fr. Caetano Brandão 95R/C Sé, Braga 4700-031, T: 253277343, http://www.cozinhadase.com
Preço: 20 €
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O MOVIMENTO ESPERANÇA PORTUGAL é construído por todos(as) aqueles(as) que se revêem no... 